quinta-feira, 30 de junho de 2011

Madeira no Brasil não é bem aproveitada





Atualmente, o Brasil consome cerca de 20 milhões de metros cúbicos de madeira nativa por ano. Esse número considera a extração de madeira ilegal e legal. O país ainda desperdiça  60% madeira que vem da Amazônia.
Em São Paulo, o consumo chega a 2,5 milhões, mas só 1,5 milhão é usado para construção civil, fabricação de móveis e outras aplicações.
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Segundo estudo, reflorestamento não irá acabar com o efeito estufa

Derretimento pode elevar o oceano ártico em até 1,6 metro neste século(Blog da Kátia Rabello)

 



Para evitar o desperdício, empresas de construção civil já utilizam um guia desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT). Trata-se de um manual sobre os vários tipos de madeira existentes no país que orienta a construção civil e os revendedores do produto a poupar espécies em risco de extinção. 


De acordo com o balanço do programa Madeira É Legal, desde 2007, mais de 8 toneladas de madeira ilegal foram apreendidas.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Segundo estudo, reflorestamento não irá acabar com o efeito estufa


O desmatamento das florestas é responsável de 10% a 20% das emissões de gases que provocam o efeito estufa. Um estudo publicado na revista científica "Nature Geoscience" apontou que o reflorestamento tem um efeito pequeno na temperatura do planeta.



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Blog da Katia Rabelo: Derretimento pode elevar o oceano ártico em até 1,6 metro neste século 

Agrotóxico será utilizado para proteger matas nativas no Brasil  (Blog da Katia Rabelo)


O estudo indica que se todas as terras cultivadas fossem reflorestadas, a temperatura diminuiria 0,45 ºC. Mesmo assim essas previsões seriam impossíveis já que as aéreas cultivadas alimentaram 9 bilhões de pessoas em 2050.




O artigo publicado defende que o reflorestamento não pode ser encarado como ferramenta para a redução do efeito estufa como hoje ainda é feito.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Derretimento pode elevar o oceano ártico em até 1,6 metro neste século


O nivel do oceano Ártico poderá registrar elevação de 1,6 metro até o ano de 2100. Com isso, amplia-se as estimativas dos cientistas. Atualmente, o aquecimento do Ártico é duas vezes maior que a média global. As informações foram divulgadas na terça-feira, dia 3 de maio de 2011, de acordo com o Projeto de Monitoramento e Avaliação do Ártico (Amap), sediado em Oslo.


Por causa do forte Aquecimento global que atinge a região, várias calotas polares derretem em ritmo preocupante. Tanto que o derretimento do gelo e da neve no Ártico é responsável por 40% da atual elevação do nível do oceano. E os impactos ambientais e sociais serão ainda maiores no futuro se confirmada a previsão dos cientistas.


Com o constante derretimento, várias cidades costeiras serão atingidas. Entre elas, regiões bastante povoados, a exemplo de Bangladesh e China, vítimas do derretimento das geleiras da Groenlândia. Um situação que preocupa também os biólogos. Afinal, animais que vivem somente em ambientes polares irão sofrer com o calor e a diminuição da região.


Estudos comprovam que o Ártico registrou os maiores índices de temperatura nos últimos seis anos. No início do ano de 2007, o Painel do Clima da ONU (IPCC) disse que os oceanos poderiam aumentar entre 18 e 59 centímetros até o final do século. Porém, o IPCC não considerou o impacto que o derretimento da Groenlândia poderia acarretar ao ambiente global. Para se ter uma idéia, a água congelada naquela região é suficiente para elevar o nível do oceano Ártico em cinco metros.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Agrotóxico será utilizado para proteger matas nativas no Brasil


Algumas reservas ecológicas no Brasil fazem testes com agrotóxicos na própria mata. O intuito é garantir a sobrevivência de espécies nativas ao combater plantas invasoras, a exemplo da espécie braquiária, um tipo de gramínea que sufoca o crescimento de outras plantas. Entre as reservas ecológicas, está o Parque Nacional das Emas, em Goiás. Nele já foi registrado a presença de cinco espécies de plantas invasoras.


No entanto, os testes serão realizados apenas nas regiões localizadas no entorno das reservas. Se a estratégia funcionar, os agrotóxicos serão aplicados também no interior dos parques. Mas, por enquanto, os administradores das reservas ecológicos preferem agir com precaução, já que não sabem quais os efeitos os agrotóxicos poderão gerar nas espécies nativas. Em outros países, esse técnica já é aplicada e trouxe bons resultados.


O uso de três tipos de agrotóxicos, em situações de emergência, já foram autorizados em portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em maio de 2010. Porém, em alguns parques ecológicos brasileiros, o plano de manejo não considera a utilização de herbicitas, de acordo com o Instituto Chico Mendes.


Estudiosos afirmam que o uso de agrotóxicos são uma alternativa mais eficiente, pois apresentam um impacto ambiental pequeno em relação à diversas outras opções, além de ter um custo reduzido. No entanto, alguns ambientalistas ainda estão receiosos sobre os efeitos benéficos dos agrotóxicos em florestas nativas.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cientistas se divergem sobre a recuperação do Golfo do México


Cientistas do mundo inteiro estão divididos em opiniões contrárias a respeito do estado de saúde dos indicadores naturais do Golfo do México. Para os pessimistas, ainda há diversos danos em corais, mortes de golfinhos e tartarugas, decorrentes do vazamento de óleo e da explosão na plataforma de prospecção da petrolífera British Petroleum no dia 20 de abril de 2010. Por causa do acidente, 11 pessoas morreram.


Cerca de 300 filhotes de golfinho já foram encontrados mortos, de acordo com Jane Lubchenco, chefe da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos EUA. Por isso, ainda é cedo afirmar que os efeitos do desastre no ambiente natural do Golfo do México está se recuperando. Para Lubchenco, muitas suspresas desagradáveis podem surgir.


No entanto, alguns cientistas acreditam que a natureza atingida pela mancha de petróleo está voltando ao normal. Eles ressaltam que não há resquícios de óleo no oceano e que a saúde do golfo está quase igual ao que era antes do vazamento de 4 milhões de barris de petróleo. A afirmação é de Wes Tunnell, da Universidade Texa A&M, responsável por elaborar e entregar um relatório ao árbitro federal sobre o destino da ajuda financeira do governo.


Para Wes Tunnel, a nota do atual estado de saúde do golfo é 69. Antes do acidente com a petrolífera British Petroleum, a nota para a região era 70. Isso significa que, para os otimistas, o vazamento de óleo do Golfo do México não provocou tanto prejuízo à natureza. Porém, eles são unânimes ao afirmar que a mancha de óleo não desapareceu por completo. No entanto, não é mais possível vê-la sob a superfície do oceano.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Brasil poderá exportar programa de vigilância usado na Amazônia


A floresta Amazônica está também em outros países da América do Sul. Por isso, a preocupação com o desmatamento do "pulmão do planeta Terra" não pode ser somente do Brasil. Desta forma, o governo brasileiro deverá, nos próximos meses, exportar para os demais países um eficiente programa de combate ao desmatamento na Amazônia.


O dispositivo de segurança emite um alerta aos habitantes da região quando imagens de satélite detectam o corte de árvores em algum setor da área verde. Mas, apesar do retorno positivo na parte da floresta que se localiza em terras brasileiras, o programa ainda precisa ser estruturado para, assim, ser exportado, de acordo com a gerente do Fundo Vale, Mirela Sandrini. As declarações foram publicadas pela agência de notícias EFE.


O programa de vigilância foi desenvolvido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O Fundo Vale foi a instituição que ofereceu apoio financeiro para que o dispositivo de segurança pudesse ser construído e aplicado. O programa, ao emitir o alerta, avisa moradores e ativistas em cidades pertecentes à floresta Amazônica sobre o desmatamento da mais importante área verde do mundo.


A gerente do Fundo Vale acredita que as exportações terão início daqui a dois meses.  No entanto, alguns detalhes ainda precisam ser definidos com a Imazon. A ONG Articulação Regional Amazônica (ARA) será responsável por negociar a apliação da iniciativa brasileira. Afinal, ela está presente em vários países e possui diversos projetos de combate ao desmatamento na floresta Amazônica.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Previsão para o derretimento das geleiras do Ártico é alterada


Cientistas refizeram as previsões sobre o derretimento das geleiras no Ártico. De acordo com os estudiosos,  as montanhas de gelo naquela região deixarão de existir em 2016 e, não mais, em 2013. A margem de erro é de três anos para mais ou para menos. O cálculo foi refeito através de um novo computador, utilizado nas pesquisas do cientista Wieslaw Maslowski.



A nova máquina foi apresentada no encontro anual da União Européia de Geociências (EGU - na sigla em inglês). O computador foi projetado para reproduzir com riqueza de detalhes os acontecimentos futuros no mundo real. Para isso, é necessário inserir no sistema diversas informações sobre a região para, assim,  o computador cruzar as informações e ter uma imagen aproximada do que acontecerá no futuro. 


O modelo computacional desenvolvido pela equipe do cientista Wieslaw Maslowski se parece bastante com aquele utilizado pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC). De acordo com Maslowski, a previsão não é para causar pânico, pois não é possível ter 100% de certeza. Porém, é um alerta aos políticos e outras profissionais, já que o gelo do verão do Ártico pode desaparecer no fim desta década.


Um dos fatores respensáveis pela alteração na data foi as informações relacionadas à espessura do gelo que flutua no mar. Afinal, altura da geleira que está dentro d'água é utilizada pelos satélites para medir a profundidade do gelo. E desde de 2007, quando ocorreu um cosiderável derretimento da geleiras do Ártico, uma grande porção do território tem sido coberto por uma camada de gelo fino.